Feliz que Minha Mãe Esteja Viva

Em Feliz Que Minha Mãe Esteja Viva (Je suis heureux que ma mère soit vivante, 2009), os diretores Claude e Nathan Miller narram (…)

Publicado em: 06/08/2011
Em Feliz Que Minha Mãe Esteja Viva (Je suis heureux que ma mère soit vivante, 2009), os diretores Claude e Nathan Miller narram a busca de Thomas, filho adotivo do casal Annie e Yves Jouvet (Christine Citti e Yves Verhoeven), pela mãe biológica, a inconsequente Julie Martino (Sophie Cattani). O filme foi indicado ao César em 2010 pela atuação consistente de Vicent Rottiers que interpreta Thomas já adulto.
 
 

O filme foi inspirado em um caso policial e extraído de um artigo de 1996 do escritor Emmanuel Carrère. O personagem Thomas cresce revoltado, não por ter sido adotado, mas sim pelo abandono da mãe biológica que entrega ele e o irmão ainda bebê para adoção. Ao se tornar adulto, Thomas decide acertar as contas com a mãe. Os sentimentos dele são contraditórios, oscilando entre o amor e o ódio, a necessidade de afeto maternal e um quê de posse edipiana.

Os cineastas franceses exploram a infelicidade e mágoas do protagonista com certa discrição emocional. O roteiro é bem amarrado, escapando dos clichês, levando a plateia a refletir sobre o quanto pode ser dolorido o sentimento de rejeição. Clique na imagem abaixo para assistir ao trailer do filme.