CASA DO MÚSICO
MUSICIAN HOUSE
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A natureza foi privilegiada no projeto da residência de um músico, no Park Way, em Brasília, e está presente dentro e fora da casa. São dois blocos distintos – em um está a casa e em outro, os escritórios e um estúdio de gravação. O acesso a todos os ambientes se dá por meio de uma pérgola. A entrada é surpreendente. Quando a porta principal é aberta, o visitante, que espera ver a sala de estar, encontra um incrível jardim aberto, que leva à área social interna. À direita, o acesso à casa; à esquerda, aos escritórios.
O projeto que originou a casa, que tem 550 metros quadrados, foi concebido em 2006. Desde então, a arquiteta Beatriz del Giudice participa da reformulação dos ambientes, de tempos em tempos. O casal, que também tem uma produtora, apresentou outra demanda para a arquiteta este ano: projetar uma sala comercial em um prédio empresarial, na Asa Sul, também em Brasília.
Diante do espaço exíguo, a recepção e a sala de reuniões foram alocadas no mesmo espaço. Para diferenciar os ambientes, uma parede foi toda pintada de vermelho.Para que ficas sem “invisíveis”, todas as portas – de entrada, da copa, da sala privativa e dos banheiros – ganharam a mesma cor. Duas cadeiras em laca preta se destacam diante do vermelho absoluto. Para as reuniões, uma maxi mesa de madeira de demolição compõe um ambiente aconchegante com cadeiras de estampas variadas, nos tons de preto e branco. Em uma das paredes foi aplicado um efeito de concreto e instalados antigos puxadores de louça, que servem como cabides. Um verdadeiro painel-arte. A ideia da arquiteta era fugir dos escritórios óbvios e sisudos. O resultado é um ambiente “gostoso, atrativo e descontraído”, como destaca a própria Beatriz del Giudice.
O projeto que originou a casa, que tem 550 metros quadrados, foi concebido em 2006. Desde então, a arquiteta Beatriz del Giudice participa da reformulação dos ambientes, de tempos em tempos. O casal, que também tem uma produtora, apresentou outra demanda para a arquiteta este ano: projetar uma sala comercial em um prédio empresarial, na Asa Sul, também em Brasília.
Diante do espaço exíguo, a recepção e a sala de reuniões foram alocadas no mesmo espaço. Para diferenciar os ambientes, uma parede foi toda pintada de vermelho.Para que ficas sem “invisíveis”, todas as portas – de entrada, da copa, da sala privativa e dos banheiros – ganharam a mesma cor. Duas cadeiras em laca preta se destacam diante do vermelho absoluto. Para as reuniões, uma maxi mesa de madeira de demolição compõe um ambiente aconchegante com cadeiras de estampas variadas, nos tons de preto e branco. Em uma das paredes foi aplicado um efeito de concreto e instalados antigos puxadores de louça, que servem como cabides. Um verdadeiro painel-arte. A ideia da arquiteta era fugir dos escritórios óbvios e sisudos. O resultado é um ambiente “gostoso, atrativo e descontraído”, como destaca a própria Beatriz del Giudice.
The nature was privileged on the project of a musician’s residence in Park Way, in Brasilia, and it appears within and outside the house. There are two separate blocks - the house is in one and in the other there are offices and a recording studio. A pergola gives access to all environments. The entrance is incredible. When the main door is opened, the visitor who expectsto see the living room, sees an amazing open garden, which leads to internal social area. On the right, there is an access to the house, and on the left there are offices. The project that originated the house, which has 550 square meters, was conceived in 2006. Since then, the architect Beatriz del Giudice participates in the reformulation of environments, from time to time.
The couple, who also has a production company, hadanother demand this year for the architect: design a room in a commercial office building in Asa Sul, also in Brasilia. Given thelimited space, reception and meeting rooms have been allocated in the samespace. To distinguish between these environments, an entirewall was painted red. To make them "invisible", all the doors - the entrance, small kitchen, the private room and bathroom – were painted on the same color. Two chairs in black lacquer stand next to the red.
For meetings, demolition wood table makes up a cozy room with black and white printed chairs. On one wall a concrete effect was made and it was installed old porcelain knobs, whichwork as hangers. It’s a real piece of art panel. The architect’s idea was to not make obvious and sober offices. The result is a "nice, attractive and relaxed" ambience, as highlighted by Beatriz del Giudice.
The couple, who also has a production company, hadanother demand this year for the architect: design a room in a commercial office building in Asa Sul, also in Brasilia. Given thelimited space, reception and meeting rooms have been allocated in the samespace. To distinguish between these environments, an entirewall was painted red. To make them "invisible", all the doors - the entrance, small kitchen, the private room and bathroom – were painted on the same color. Two chairs in black lacquer stand next to the red.
For meetings, demolition wood table makes up a cozy room with black and white printed chairs. On one wall a concrete effect was made and it was installed old porcelain knobs, whichwork as hangers. It’s a real piece of art panel. The architect’s idea was to not make obvious and sober offices. The result is a "nice, attractive and relaxed" ambience, as highlighted by Beatriz del Giudice.
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